Hoje meti esta modesta música da Sarah Bareilles a tocar, logo pela manhã. Sentei-me na minha cama a pensar, seriamente, no imenso sentido que ela continua a fazer na minha vida. Afinal, que tipo de coração não olha para trás? Em mim, de mim, só resta uma brisa de esperança que me diz, que um dia, respirarei novamente.
Sentei-me no meu carro e observei a imensidão da natureza. A forma subtil de como altera tudo à sua volta. O azul transforma-se em cinzento num abrir e fechar de olhos...as ramagens, as folhas, que repousam nos seus recantos, rapidamente fogem de si mesmas e lutam por um lugar na incerteza. Eu fico abismado com tanta inquietação.
Loss
Há 12 anos
