Não sou o maior amante desta "nossa" seleção nacional de futebol. Os motivos são muitos e passam, sobretudo, pela falta de humildade e carácter de muitos jogadores que vestem a camisola portuguesa. Já para não falar dos inevitáveis nacionalizados à força das circunstâncias e de interesses mera e exclusivamente pessoais.
Não sinto orgulho quando vejo estes jogadores que nos representam no Euro 2012, mas é completamente inegável a forma de como os adeptos e o entoar do nosso hino nos diversos estádios me arrepia de uma forma absolutamente...violenta. É o meu país, é o meu hino...é uma história de que, apesar de esquecida e afundada nos diversos dilúvios sociais, continua a fazer parte do que somos e daquilo em que nos temos vindo a tornar. Guerreiros, batalhadores, povo inspirado no fado e na esperança. O orgulho veste-se em cada nota do nosso hino...e nem uma seleção nacional de futebol, elitista e arrogante (por vezes), pode destroçar aquele que é o nosso sonho - a conquista e a vitória.
Continua a custar-me, seriamente, ver tantos portugueses unidos e motivados em torno de tudo isto...são multidões que se vestem a preceito e que se juntam, numa só voz, nos mais diversos locais públicos para vibrar com a nossa seleção nacional - continuo a questionar-me - até quando preciso de esperar para ver esta motivação arrastar-se até à nossa cultura? A nossa história conta, e muito, destas grandes manifestações sociais do nosso povo...mas especialmente, nas alturas em que era crucial dar a voz e a alma pela liberdade de nos expressarmos face às mais diversas opressões e injustiças sociais.
Nobre povo este, actualmente tão esquecido, mas tão definido por esta seleção nacional de futebol.
Solidarizo-me com esta causa social, com este querer e com esta ambição de vermos o nosso nome, o nosso país, o mais longe possível em qualquer modalidade, a qualquer conquista que se proponha, mas continuo triste e destruído por dentro, por ver que, mudam-se os tempos, mudam-se as mentalidades...e com elas, a atitude de todo um povo apático e resignado.
Não sinto orgulho quando vejo estes jogadores que nos representam no Euro 2012, mas é completamente inegável a forma de como os adeptos e o entoar do nosso hino nos diversos estádios me arrepia de uma forma absolutamente...violenta. É o meu país, é o meu hino...é uma história de que, apesar de esquecida e afundada nos diversos dilúvios sociais, continua a fazer parte do que somos e daquilo em que nos temos vindo a tornar. Guerreiros, batalhadores, povo inspirado no fado e na esperança. O orgulho veste-se em cada nota do nosso hino...e nem uma seleção nacional de futebol, elitista e arrogante (por vezes), pode destroçar aquele que é o nosso sonho - a conquista e a vitória.
Continua a custar-me, seriamente, ver tantos portugueses unidos e motivados em torno de tudo isto...são multidões que se vestem a preceito e que se juntam, numa só voz, nos mais diversos locais públicos para vibrar com a nossa seleção nacional - continuo a questionar-me - até quando preciso de esperar para ver esta motivação arrastar-se até à nossa cultura? A nossa história conta, e muito, destas grandes manifestações sociais do nosso povo...mas especialmente, nas alturas em que era crucial dar a voz e a alma pela liberdade de nos expressarmos face às mais diversas opressões e injustiças sociais.
Nobre povo este, actualmente tão esquecido, mas tão definido por esta seleção nacional de futebol.
Solidarizo-me com esta causa social, com este querer e com esta ambição de vermos o nosso nome, o nosso país, o mais longe possível em qualquer modalidade, a qualquer conquista que se proponha, mas continuo triste e destruído por dentro, por ver que, mudam-se os tempos, mudam-se as mentalidades...e com elas, a atitude de todo um povo apático e resignado.

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